A APR está assinada. Mas ninguém viu se a equipe estava de luva.
O encarregado preenche a APR no capô da caminhonete. Quatro assinaturas, uma caneta, dois minutos. A equipe sobe.
Ninguém confere se a luva isolante é da classe certa, se a manga está no braço, se o óculos saiu da mochila. O papel vai para uma pasta que ninguém abre.
Até o dia em que alguém precisa abrir: numa fiscalização ou depois de um acidente. E o que existe é uma folha amassada que não prova nada.
Essa é a minha realidade